o dark mail  
 

John Musketes estava hà mais de duas horas no parque a anhar na net... (os jardins, tal como toda a cidade de MINGCITY, estavam equipados com Internet sem fios (uhaaao que bom .puff) graças a um mega investimento oferecido por uma estranha e desconhecida empresa global.) Musquetes era um novo rico à beira de ficar pobre outra vez e vivia com os velhos sonhos americanos da teoria da conspiração misturado com os de processar algo ou alguém de modo a ser novo rico "de novo". No meio desse estudos (sobretudo pela net), farto de achar apenas alguns enforcamentos, chacinas, estranhas explosões e mera corrupção, decide desistir e fazer algo que em caso algum se deve fazer: enviar um mail com toda essa informação em cadeia (quem receber o mail tem que enviar a mais 10 pessoas). e isso mudou toda a sua vida. Ah isso é que foi.

MORAL: O Erro do nosso amigo Musketes não foi enviar toda aquela informação pelo mundo, mas sim fazer uma porcaria desses mails para reenviar a mais 10 pessoas. Por isso , é muito bem feito todo o mal que lhe vai acontecer ... Mais a frente no

próximo episódio. a estranha CORPORACOM

 
 

 

 

 

 
   
  COROPRACOM  
 

este era um gang muito estranho... basta ver pelo traje oficial que usavam (pareciam um bocado maricas) mas não se deixem influenciar... eles são mesmo "beras"... mais tarde falo neles,mas tenham muito cuidado, muito cuidado.

MORAL: tenham cuidado com o pessoal assim vestido.

próximo episódio. FAMILY PROBLEMS

 
 

 

 

 

 
   
  FAMILY PROBLEMS  
 

estes são os pais de john musketes. eram a família problems. apesar do nome da família john nunca teve problemas com os pais, até ao dia em que foi para o parque com o portátil deles (dos pais). Ele sabia que não devia mexer naquele portátil, tinha ordens expressas...ele sabia que eles trabalhavam em algo muito estranho... mas nunca pensou em tal coisa. Agora nem eles o podem ajudar.

MORAL: o nome de família às vezes é um problema .

próximo episódio. RUN JOHN RUN

 
     
   
  RUN JOHN RUN  
 

Fechou-se em casa . tinha corrido mais de 3 km sem nunca olhar para trás... Sabia que o tempo estava contra ele. Fechou a porta atirou o portátil para longe, que pelo ruído que fez ao embater no chão não ia passar a ser bem estático. Encostou-se à porta tentando atrasar algo que ele sabia que não podia evitar, principalmente porque não sabia o que estava a enfrentar, porque não conseguia sair disto sozinho. Olhava para o quadro dos pais que estava na parede... Eles, os mesmos que o tinham safo de tantas alhadas, acabaram por o conduzir ao que, provavelmente iria ser o seu fim.

. olhava para todo o lado e nada lhe sugeria qualquer safa possível ." E a merda deste telefone não toca ?arrrggghh." . Sabia que não viria qualquer ajuda deste telefone amarelo horrível.mas pelo menos, podia falar com alguém pela ultima vez. "que merda. pá, toca."

 

MORAL: o portáteis são um bocado merdosos... pelo menos os que eu conheço.

próximo episódio. TRIIIINNNN